ROMPENDO PRECONCEITOS

O artigo trás uma reflexão sobre o importante avanço do papel da mulher na Sociedade assim como no mercado de trabalho.

ROMPENDO PRECONCEITOS
ROMPENDO PRECONCEITOS

Não é de hoje que ouvimos que as mulheres cada vez mais avançam em sua participação na sociedade conquistando cada vez mais espaços e profissões que até então eram somente ocupados por homens. Atualmente existem grandes movimentos que buscam esta tão sonhada igualdade de gênero, onde a competência falará mais alto e não o ser mulher ou homem.

Se analisarmos, o papel da mulher na sociedade de 50 ou 60 anos atrás era ínfimo, nem votar era permitido. Pouquíssimas conseguiam estudar, pois se entendia que iriam casar e se dedicar exclusivamente à família, sendo dona de casa. Nada contra o ser dona de casa. Mas isso não bastava, queríamos ser também independentes, estudar, trabalhar, etc...

E assim começou o movimento de liberalidade feminina. E hoje temos mulheres atuando nas mais diversas profissões que até então eram ocupadas somente pelo público masculino. Postos de trabalho dos mais diversos desde os mais operacionais até os de alta gestão em grandes empresas Nacionais e Multinacionais.

Podemos citar alguns nomes como exemplo: Mary Barra, presidente mundial da General Motors Company; Ana Theresa Borsari, tornou-se a primeira brasileira a assumir a Direção Geral da PSA, que reúne a Peugeot, Citroën e DS, em 2015. Temos a Empresária Luiza Helena Trajano que é presidente do grupo Magazine Luiza e também do Grupo Mulheres do Brasil, uma rede de mulheres que defendem a liderança da mulher na construção de um país melhor, que tem mulheres do mundo todo.

Outro grupo que atua fortemente também no protagonismo feminino é a rede Hestia que desde 2017 a Publicitária paulistana Luciana Sata vem unindo mulheres para um propósito de conectar as mulheres em seus desafios, apoiando e sendo apoiada por elas.

Enfim, o que isso vem nos mostrar? Que com muito esforço, luta, foco, empenho, perseverança e união de certa forma as mulheres vem abrindo e conquistando seus espaços.

Não quer dizer que com isso somos mais ou menos que os homens, mas tão capazes quanto eles de assumir qualquer papel na sociedade e executa-lo com maestria.

Que não é o gênero que define competência e sim o quanto se quer aquilo, o quanto se preparou para tal.

Que independente de sermos homens ou mulheres acima de tudo somos seres humanos, somos seres que transformam, criam e se reinventam.

E isso não quer dizer que os homens devem deixar de ser cavaleiros ou as mulheres passarem a agir como homens, não! E sim que ambos devemos aceitar e respeitar nossas diferenças e unir esforços para se construir um mundo melhor.

Igualdade de gênero está longe de ser uma guerra dos sexos e sim o reconhecimento da capacidade feminina de desempenhar qualquer papel societário e profissional que ela se predisponha. Vamos juntas mulheres.

O mundo nos espera!!!